Purdue Basketball 2025-26: Os Boilermakers Podem Vencer Tudo?
Purdue Basketball 2025-26: Os Boilermakers Podem Vencer Tudo?
⚡ Principais Pontos
- O basquete de Purdue é sempre bom. Eles vencem a Big Ten, dominam a temporada regular e depois perdem no torneio.
- Zach Edey foi eleito Jogador Nacional do Ano duas vezes. Ele tinha 2,24m, era imparável no garrafão, e todo o ataque de Purdue passava por ele.
- A pergunta que todos faziam era: Purdue ainda pode ser elite sem Edey? A resposta, até agora, é sim.
O basquete de Purdue é sempre bom. Eles vencem a Big Ten, dominam a temporada regular e depois perdem no torneio. Tem sido o padrão por anos. Mas esta temporada parece diferente. Veja por que — e se eles podem finalmente se destacar em março.
A vida depois de Zach Edey
Zach Edey foi eleito Jogador Nacional do Ano duas vezes. Ele tinha 2,24m, era imparável no garrafão, e todo o ataque de Purdue passava por ele. E então ele se formou, foi para a NBA e deixou um enorme buraco no meio.
A pergunta que todos faziam era: Purdue ainda pode ser elite sem Edey? A resposta, até agora, é sim. Eles não estão jogando o mesmo estilo — não podem, porque ninguém mais tem 2,24m — mas se adaptaram. Matt Painter mudou para um ataque mais focado no perímetro, e está funcionando.
O novo pivô titular é Trey Kaufman-Renn, um ala-pivô de 2,06m que pode espaçar a quadra e passar do poste. Ele não é Edey, mas não precisa ser. O ataque está mais equilibrado agora, e isso pode ser ainda melhor para o sucesso no torneio.
A linha de fundo é de elite
Braden Smith é um dos melhores armadores do basquete universitário. Ele está com médias de 12 pontos e 8 assistências, e sua tomada de decisão é de elite. Ele não força nada, cuida da bola e faz com que todos ao seu redor joguem melhor. É exatamente o que você precisa em março.
Fletcher Loyer é o arremessador, e ele tem sido impecável nos arremessos de três pontos. Ele está arremessando 42% de longa distância em alto volume, e as defesas precisam respeitá-lo. Esse espaçamento abre tudo o mais.
A linha de fundo é a força desta equipe, e no torneio, o jogo dos armadores importa mais do que qualquer outra coisa. Purdue tem isso coberto.
A Big Ten é brutal
Purdue está lutando pelo título da Big Ten com Illinois, Michigan State e Wisconsin. A conferência está tão forte quanto há anos, e cada jogo é uma batalha. Isso é uma boa preparação para o torneio.
O problema com Purdue nos anos anteriores era que eles dominavam calendários fracos e depois eram surpreendidos em março. Este ano, eles estão sendo testados toda semana. Eles já venceram Illinois duas vezes, dividiram com Michigan State e lidaram com todas as equipes que deveriam vencer.
O torneio da Big Ten será uma guerra, e quem sair dele estará testado em batalha.
O sistema de Matt Painter
Matt Painter é um dos melhores treinadores do basquete universitário. Suas equipes são sempre disciplinadas, executam no ataque e jogam uma defesa inteligente. O problema é que seu sistema é previsível, e no torneio, as equipes podem se preparar para ele.
Este ano, Painter tem estado mais disposto a ajustar. Ele está jogando mais rápido, usando mais bloqueios de bola e dando mais liberdade aos seus armadores para criar. Essa flexibilidade é nova e é um bom sinal.
Outra coisa que Painter tem a seu favor é a experiência. Ele já foi ao torneio 15 vezes. Ele sabe o que funciona e o que não funciona. E depois de anos de saídas precoces, ele está motivado para finalmente superar o obstáculo.
As preocupações com o torneio
Purdue é uma semente 1 ou 2, o que significa que terá um caminho favorável para o Sweet 16. Mas depois disso, fica mais difícil. Aqui estão as preocupações:
1. Variação nos arremessos de três pontos: Purdue vive e morre pelos três pontos. Quando estão quentes, são imbatíveis. Quando estão frios, lutam para pontuar. Em um torneio de eliminação simples, uma noite ruim de arremessos pode acabar com sua temporada.
2. Falta de um pontuador principal: Braden Smith é ótimo, mas ele não é um jogador que pode dominar um jogo e fazer 30 pontos. Purdue é equilibrado, o que é bom, mas eles não têm um finalizador. Isso pode ser um problema em jogos apertados do torneio.
3. Versatilidade defensiva: A defesa de Purdue é sólida, mas eles lutam contra equipes com atletismo de elite. Se eles encontrarem uma equipe como Duke ou Houston que pode pressionar a bola e sair em transição, pode ser um problema.
Eles podem vencer tudo?
Sim. Mas não é garantido. Purdue tem o talento, o técnico e a experiência. Eles são um legítimo candidato ao Final Four. Mas eles já foram candidatos ao Final Four antes, e não deu certo.
A diferença este ano é que eles não estão dependendo de um jogador. Eles são mais profundos, mais versáteis e estão jogando com confiança. Se eles puderem evitar uma noite ruim de arremessos e permanecerem saudáveis, eles têm tanta chance quanto qualquer um.
Mas isso é basquete universitário. Tudo pode acontecer em março. Os fãs de Purdue aprenderam isso da maneira mais difícil.
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⚡ Key Takeaways
- Purdue basketball is always good. They win the Big Ten, they dominate the regular season, and then they lose in the tournament.
- Zach Edey was a two-time National Player of the Year. He was 7'4", unstoppable in the paint, and the entire Purdue offense ran through him.
- The question everyone had was: can Purdue still be elite without Edey? The answer, so far, is yes.
Life after Zach Edey
The backcourt is elite
The Big Ten is brutal
Matt Painter's system
The tournament concerns
Can they win it all?
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